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Ar condicionado: o que está por trás do conforto

Ar condicionado: o que está por trás do conforto

Cidades populosas, elevação do poder de consumo, tecnologias mais acessíveis às pessoas e clima quente formam uma combinação perigosa para o futuro do meio ambiente global: o aumento do consumo de energia e de concentração de gases de efeito estufa. Segundo a análise da Agência Internacional de Energia (IEA), até 2050, os aparelhos de resfriamento estarão no topo do ranking de consumo mundial de energia, à frente de chuveiros, eletrodomésticos e demais eletrônicos.

O estudo intitulado, “O futuro do resfriamento”, prevê ainda que a quantidade de aparelhos de ar condicionado deve passar de 1,6 bilhão para 5,6 bilhões. Serão 10 novas peças vendidas a cada segundo pelos próximos 30 anos. “Teremos de construir novas usinas e aumentar as emissões de gases de efeito estufa, caso a eficiência energética de resfriamento fique aquém do que planejamos, o que será um grave problema para o planeta”, afirmou o diretor-executivo da IEA, Fatih Birol.

A nossa parte

As construções que utilizam os recursos naturais para responder as variações climáticas locais fazem parte da Arquitetura Bioclimática, uma das vertentes da “Arquitetura Ecológica”.

Uma casa bem ventilada tem como vantagem, além de preservar o meio ambiente e reduzir o consumo de energia, a troca eficiente do ar. Os ventos levam consigo microorganismos prejudiciais à saúde humana, odores indesejados e gases tóxicos, deixando o ambiente fresco e arejado, melhorando a qualidade do ar.

Outro avanço é o uso de energia solar nas residências. Há um ano, a fonte solar abastecia cerca de 60 mil residências brasileiras, número que pulou para 633 mil em 2018. Informações como essas nos indicam que essa modalidade de captação de energia tão benéfica ao meio ambiente tem conquistado cada vez mais adeptos em nosso país.

Para fazer parte desse movimento, consulte os convênios Banricoop para equipar sua casa com essa tecnologia, bem como nossa possibilidade de financiamento do sistema em até 100 vezes pelo CrediEnergia.

 

Fonte:
Observatório do Clima
Pensamento Verde

 

 

 


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