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5 dicas para organizar as finanças após as férias

5 dicas para organizar as finanças após as férias A volta das férias é um período complicado para quem acabou gastando mais do que deveria durante o período de descanso. Se você se endividou com as viagens e passeios e agora está com o orçamento comprometido, é preciso tomar cuidado para não prolongar esse problema por muito tempo e voltar para o azul o quanto antes. Por isso, organizar as finanças logo após a volta da viagem e começar a planejar a melhor maneira para pagar as contas é muito importante. Algumas dicas podem ajudar nesse processo:

1. Elaborar uma planilha de gastos

A ideia é coletar todas as notas fiscais e os recibos das despesas das férias, para depois organizá-los em uma planilha de gastos. Separá-los por categorias específicas (hospedagem, passagens, alimentação, compras...) permite saber onde a maior parte do dinheiro foi parar.

2. Determinar o que é prioridade

A primeira etapa dá uma boa noção de quanto foi excedido no cheque especial ou no limite do cartão de crédito. Depois disso, é preciso identificar quais das dívidas estão cobrando juros mais altos e fazer um esforço para quitá-las em primeiro lugar.

3. Programar-se para os futuros encargos

No cartão de crédito, se não há como arcar com os encargos da próxima conta, é importante sempre fazer o pagamento mínimo e nunca atrasar a fatura, para não aumentar o saldo devedor. Checar com o banco ou a operadora quais serão os juros futuros também é bom para planejar como a dívida irá evoluir enquanto não for quitada.

4. Escolher um método para saldar os compromissos

Dependendo da situação, um empréstimo pessoal pode ser a alternativa, pois normalmente cobra juros mais baixos que os do cartão de crédito ou do cheque especial. Assim, a dívida com estes é consolidada de uma vez, sem alongar os pagamentos – e os prazos para quitação do empréstimo podem ser negociados caso a caso.

5. Estabelecer prazos e valores máximos para quitação

Qualquer que seja o método de pagamento escolhido, determinar um valor de prestação razoável, que caiba no orçamento e não faça gerar novas dívidas é crucial. Esse esforço deve ser feito também para que o prazo de quitação não seja longo demais, evitando gastos desnecessários com juros.
 

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