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Dança Oriental: o hobby que se tornou profissão

Dança Oriental: o hobby que se tornou profissão Para Sonia Kraemer, funcionária da área de TI do Banrisul há 33 anos, a dança não tem idade. Praticante da Dança Oriental desde 1995, ano em que começou a fazer a modalidade como hobby – e desde então nunca mais parou –, ela hoje dá aulas em nível profissional e tem alunas que vão dos 7 anos até a terceira idade. “Parece incrível, mas iniciei como professora ministrando aulas no Sindicato dos Bancários e hoje faço parte do quadro de professoras que formam bailarinas para dançar fora do país, nos Emirados Árabes”, conta.

A Dança Oriental é uma combinação de movimentos que envolvem o corpo inteiro e traz elementos folclóricos de diversos países do Oriente Médio. Suas principais características são as ondulações de quadril e tronco, que remetem à sinuosidade das serpentes. De acordo com Sonia, para obter bons resultados técnicos, é preciso ter muita dedicação, trabalho corporal, disciplina e treino. São essas as principais qualidades que permeiam o sucesso de uma dançarina oriental.

Além de dar aulas, Sonia também faz apresentações com a escola, participa de festivais de dança e faz shows em casamentos. Segundo ela, o público que frequenta os shows é bastante variado, desde aqueles que admiram a cultura árabe até as pessoas que a curtem como entretenimento. Mas o que mais lhe orgulha em trabalhar com a dança é ver a felicidade nos olhos das mulheres que se apresentam e receber o feedback positivo das alunas.

Entre os benefícios para o corpo e a mente, Sonia afirma que a dança queima calorias, modela o corpo, ajuda a aumentar a autoestima e estimula a sensualidade. O espírito cooperativo também se mostra bastante importante na Dança Oriental. Para Sonia, o trabalho só se desenvolve se todo o grupo permanece unido e focado: “Dançamos muito em grupo e por isso a cooperação precisa estar presente para o sucesso fluir.”

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